AMOR FRATERNO

Hoje é o início de uma nova semana na minha vida. Segunda feira e estou remetendo livros para a biblioteca de uma Academia de Letras e Artes amiga. Fora isso eu me disponho aqui a enfrentar um desafio neste blog. Vou me colocar à prova, a ver se sou mesmo criativo. Vou procurar escrever o mínimo possível sobre mim.  Não vou esconder o meu processo criativo. Separei diversos livros que pretendo ler. À medida que for lendo tomara que eu me inspire e venha e escreva. 

Para hoje eu li alguma coisa sobre a fraternidade. Foi isto que me trouxe aqui a esta hora para escrever. Fraternidade, segundo meu julgamento, é um assunto pertinente e atual. Eu creio, que fora os amigos de sempre, que me tratam fraternamente, no mundo de hoje podia haver muito mais amor fraterno.

Me pediriam então uma definição de amor fraterno. Não vou dizer que é fácil descrever um amor fraterno. Fraterno me leva a pensar em irmão. E é exatamente o que pretendo dizer. Por amor fraterno você não acha que os homens do nosso tempo podiam ser mais irmãos um dos outros. De uma irmandade que tornasse fácil até o trato de desconhecidos entre si. Sei que é difícil entender isso. Mas passa-se hoje pela rua por um desconhecido e nem um cumprimento ele nos dá.

Por outro lado, é se admitido em algum lugar, e em vez das coisas se darem naturalmente para um bom trato sempre, lá se vem com a competitividade. O que destrói a irmandade entre aqueles que ali estavam e às vezes tornam os que poderiam ser como irmãos, no trabalho principalmente como inimigos. Não inimigos de morte, o que seria absurdo, mas inimigos como duas crianças que nem nunca mais se cumprimentam.

O amor fraterno segundo eu o concebo seria sempre construtivo. Membros amigos, famílias amigas, e todos enfim amigos.

Peço que pensem nisso.

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