VIVER UM DIA ATRÁS DO OUTRO

 Minha vida hodierna é viver um dia atrás do outro. E é assim que eu faço do meu viver o escrever. O escrever para mim é minha razão de viver também. Tenho tudo o que preciso e ao meu alcance, e algo mais. De minha memória tiro assuntos que me valem uma postagem, ou uma página. Vez ou outra no passar do ano eu escrevo alguma coisa a ser publicada em antologia ou coletânea. Ou mesmo poemas para alguma publicação. Trabalhei muito durante a vida, de ser preguiçoso ninguém pode me acusar. E então vamos lá, estou aqui pensando sobre o que vou escrever agora.

Vou me aventurar a escrever sobre a escrita. Através dos séculos muito se escreveu durante os séculos. Eu vou mencionar os gregos. Eles nos legaram textos que estudamos em nossas escolas até hoje. Se alguém não tem o privilégio de ir à escola, devia-se estimulá-lo a ler os gregos. Não é difícil ler os gregos. Alguns, claro, precisam de acompanhamento. O acompanhamento acaba por torná-los cidadãos esclarecidos.

Mas, eu sei, mesmo com estímulo, ninguém é obrigado a ler seja lá o que for. Então, o que começou a falar de ler, que desvie o assunto. Para algo atual, e ao alcance de qualquer pessoa. Desde que esta pessoa seja civilizada, conforme nós entendemos o que é ser civilizado. A esta altura do campeonato.

Não posso deixar de dizer, que para muitos, a simples menção da palavra leitura já causa asco. Me entenda o que for capaz de me entender.

Eu, cá, tenho minhas estantes de livros, E vivo um dia após o outro. E para viver um dia após o outro eu me contento com alegria com os livros. De forma que o meu viver não é árido.

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