PELA MINHA EXISTÊNCIA

Hoje estive me lembrando de meu pai. E quando me lembro dele, eu me lembro dos conselhos que ele me dava. Um desses conselhos era o seguinte: quando você for trabalhar, tente arranjar uma escola para estudar à noite, sem que isso atrapalhe o seu trabalho. E este conselho muito me ajudou na vida. Graças a ele eu pude levar uma vida regular. Me empreguei num banco e próximo ao banco havia uma faculdade de Filosofia. Faculdade que frequentei à noite. Nela fui admitido por vestibular e eu tinha uma inclinação para Filosofia muito grande. Até hoje, aqui na minha vida folgada de hoje, eu leio Filosofia.

Já minha mãe, me deixou uma pensão que me dá folga nos gastos. Últimamente nem tanto, enfrentei um câncer que estava no inicinho e que graças à habilidade do médico estou livre dele.

E assim eu vou vivendo. Participo ativamente da ACADEMIA DE CONTOS, aqui na INTERNET. E gosto muito de escrever lá. Fica aí esta propaganda.

Agora, voltando a meu pai, ele era um homem muito ciumento de tudo o que era dele. Da minha mãe e de nós também, os filhos. Mas a mim principalmente, que sou o primogênito dos homens ele, meu pai, marcou muito. Ele conversava muito comigo. Tanto que em muitas coisas da minha vida, eu sou muito meu pai. E meu nome é Júnior.

Um dia desses, eu tive de ir a Belo Horizonte. Tratei com um motorista de táxi e fui. No caminho o motorista me perguntou:

- Você é o Júnior?

E eu respondi:

- Sou. E esse negócio de pertencimento é para sempre. Somos filhos de Deus, mas através de nossos pais aqui na Terra. E tenho dito. Que Deus me abençoe. Que Deus nos abençoe. 

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